Wait a minute mister postman (2 de 2)


Carteiro Joseph Roulin, por Vicent Van GoghVan Gogh, Vincent – Postman Joseph Roulin – Post Impressionism – Portrait – Oil on canvas

Long-term memory evolved to serve our ancestors and us very well in getting around in the world. However, it has many weaknesses: it´s error-prone, impressionist, free-associative, idiosyncratic, retroactively alterable, and easily biased by a variety of factors at the time of recording or of retrieval. (JOHNSON, Jeff. 2010)

Teste sua memória de longo prazo::
(Caso você tenha lido o post anterior)

– Qual era o assunto discutido?
– Qual o nome da nossa “persona”?

(Caso não o tenha lido)
– Qual o nome deste blog?

Nossa memória de longo prazo é impressionista, propensa a erros e submersa em percepções passadas e atuais.
Não é por acaso que e-mails bem desenhados ajudam os usuários a se lembrar de:

– Senhas;
– Endereços de e-mail;
– Detalhes de compras realizadas por um site de e-commerce;
– Recados deixados por amigos no facebook, orkut, flickr, e outras notificações oriundas de redes sociais;
– Confirmações de reuniões, compromissos;
– Ufa.

Talvez meu próximo post seja sobre Ansiedade de Informação. Mas hoje, basta resolver o problema do Mário e deixar as mensagens enviadas durante/após sua compra on-line mais sucintas.

Continuar lendo “Wait a minute mister postman (2 de 2)”

Anúncios

Uma estranha realidade


Vou falar hoje sobre nossa percepção: como ela é moldada pelas nossa experiências passada e presentes que, mescladas, criam expectativas futuras.  O que isso tem a ver com design de interação? Well, keep dreaming with me.., quero dizer, reading.

Leio Jeff Johnson, phd, autor do livro Design with the Mind in Mind.

O livro cita boas práticas para se desenhar sistemas interativos e preocupa-se em explicá-las com um viés aprofundado em psicologia cognitiva.

Vários autores (Norman, Shneirderman, Nielsen, Marcus, etc) se interessaram em criar guias de boas práticas para tornar as interfaces de computador mais acessíveis. O que eles têm em comum? Segundo Johnson, 2010,  alguma graduação em psicologia cognitiva: estudaram com profundidade como as pessoas percebem, aprendem, argumentam, lembram e convertem intenções em ações. Continuar lendo “Uma estranha realidade”